quinta-feira, 12 de novembro de 2009



Eu nunca havia imaginado algo do tipo, e principalmente... não com ele! Nunca imaginei que alguém que quase nunca ficava doente, que comia de tudo, forte poderia partir tão cedo e tão rapido.

Um ar frio e completamente congelante passara por mim, quando eu escutei aquilo, minhas pernas enfraqueceram, como se o chão abaixo de mim não existisse mais, tudo a minha volta havia sumido, eu não sabia mais onde estava e nem o que as pessoas ali por perto achariam de mim. Eu só fitava a mulher na minha frente, com seus olhos verdes enchendo-se de lagrimas, tentando me reconfortar. Se alguém me perguntasse meu próprio nome naquele momento eu não saberia responder. A mulher em minha frente saiu de meu campo de visão, quando percebi um sussurro "não" eu falava para mim balançando a cabeça negativamente, mais logo o meu tom foi almentando até virar um grito desesperador e cortante, o qual ecoou por todo o patio, quando ia ao chão uma outra mulher, mais velha, me abraçou forte impedindo-me de cair ali mesmo. As lágrimas jorravam como caichoeiras de meus olhos. Eu não queria acreditar, era impossivel acreditar!

Pai, meu querido pai!
Tudo foi tão rapido, tão cedo!

Mais eu nunca vou deixar de te amar, e de lembrar dos momentos ilarios que passamos juntos, e nem de tudo o que o senhor me ensinou, de tudo o que me mostrou e me guiou para o melhor caminho.
Eu te amarei para sempre, meu querido, meu velho, meu amigo... MEU PAI!

1 Opiniões Formadas:

Mayla disse...

oi!imagino como deve ser triste perder alguém tãooo querido...
bjs,
mah